terça-feira, 9 de abril de 2013

Nanã Buruku


Nanã Buruku
Acrílico sobre tela, contas e miçangas
50 x 50 cm
Abril 2013
Cecilia Panipucci


Nanã, Orixá dos mistérios.
Senhora de muitos búzios.
Nanã é o princípio, o meio e o fim;
o nascimento, a vida e a morte.
Ela é a origem e o poder. Entender
Nanã é entender o destino, a vida e
a trajetória do homem sobre a Terra,
pois Nanã é história. Nanã é água parada,
água da vida e da morte.
Saluba Nanã!

Assim fala Pai Cido de Òsun Erýn em “Candomblé, a panela do segredo”

Criada para Fabíola Marques



domingo, 3 de março de 2013

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Povo das Águas / Marinheiros



Povo das Águas / Marinheiros
Acrílico sobre papel
29 cm x 21 cm
Janeiro 2013
Cecilia Panipucci

Quantas ondas tem o mar?
Quantos grãos tem a areia?
Eu vim pra descarregar
Sou marinheiro de mamãe sereia.
(ponto de marinheiro)

A mandala é a representação do invisível, ponto de encontro e emanação das forças imateriais. Dentro do círculo são demarcados os pontos de atuação.
Nesta mandala de abre-caminho estão representados por seus símbolos:
Iemanjá (ondas, imensidão azul, prata, azul e branco). Iemanjá é água que não se prende, que une os povos, que origina tudo.E a grande Mãe, fecunda e aberta à criatividade, a infinitas possibilidades. Senhora das cabeças, destinada por Oxalá, a cuidar dos Orís de todos os mortais.

Oxum (coração) é o Orixá que preside os mistérios femininos, a maternidade, a magia (as profundezas da imaginação). Oxum é a renovação a cada instante.

Marinheiros (âncora, fio de contas azul, branco e prata). Entidades conhecidas como "magos que atuam nos mistérios aquáticos" nos libertando dos nossos impedimentos e energias negativas, especialistas em grandes curas emocionais, trabalham na linha de Iemanjá e também de Oxum. Povo das Águas, da imensidão do mar de Iemanjá, do inconsciente, que chega com esta energia azul, espiral e profunda e que no seu balançar dilui todo tipo de vício. Quando partem levam toda a carga, todo o mal para as ondas do mar que desmancha, limpa, transmuta.
Salvem os Marinheiros!
É da marinha meu Pai!

Criado para
http://www.ciesl.com.br/sobre-a-umbanda/povo-das-aguas-cecilia-panipucci/


Ialodê


Ialodê
Acrílico sobre papel, pérolas e contas
0,60 cm x 0,60 cm
Janeiro 2013
Cecilia Panipucci


Criada para Eli De Albuquerque Lourenço
São Paulo / Brasil

Oxum é o Orixá da riqueza, da beleza, do amor, da fecundidade, a dona do grande poder feminino. Vaidosa, é a mais importante entre as mulheres da cidade, a Ìyálòódé.

O Orixá Oxum é a força da natureza manifesta nas águas doces dos rios, das cachoeiras, nascentes, lagoas.
Contudo, um rio de aparência calma pode esconder perigos, armadilhas, correntezas, buracos, redemoinhos. Não se deve brincar com a água, não se pode afrontar Oxum.
(Assim fala Pai Cido de Òsun Eyín)

Erí Yéyé ó!!!!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Mojubá!



Estamparia e pintura sobre chifon de seda
2,00 x 0,70
Cecilia Panipucci
Outubro 2012

Para D. Maria
São Paulo/Brasil

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Xangô



Xangô,
Rei, Senhor da justiça.

Acrílico sobre tela
0,50 x 0,50
Outubro 2012
Cecilia Panipucci

Criado para Gabriel Lodi
São Paulo/ Brasil

domingo, 2 de setembro de 2012

Oxum Apará



Acrílico sobre tela
0,40 x 0,60
Agosto 2012
Cecilia Panipucci

Criada para Celia Galian
São Paulo/Brasil

Oxum Apará,
é a Oxum mais jovem e mais guerreira.
Leque em sua mão não é vaidade, é arma.
A espada é seu brinquedo.
(Pai cido de Òsun)

Um dia de julho Célia me escreveu assim

Amiga, tenho visto e gostado dos seus quadros de Orixás, são lindos, gostaria que você pintasse um diferente:
Pense numa Oxum que é metade Yansã, a parte Yansã é casada com Xangô e a parte que é Oxum é casada com Ogum, metade do ano ela se veste de amarelo ouro e a outra metade de vermelho, sua cor preferida é o coral! Numa mão ela tem um espelho, na outra ela tem uma espada e no pescoço ela usa uma guia azul! Assim é a Oxum Apará!

As nossas conversas continuaram e Célia foi me guiando por um caminho de ferramentas, mistérios...me deparei com dificuldades...cores que não poderia usar e que para mim são a porta de entrada para o meu perceber, para o mergulho. Mas diante de tudo isto reconheço que faz parte de Oxum Apará e de criar esta composição para a nova amiga, trilhar novos caminhos. Me entregar. Aprender.

Assim agradeço mais uma vez por este ser meu trabalho, parte da energia que move a minha vida!
Axé!



domingo, 29 de julho de 2012

Princípio dinâmico



Princípio dinâmico
Batik javanês sobre algodão,
acolchoado
0,63 x 1,80
Cecilia Panipucci
Julho 2012

Criado para S7
São Paulo/Brasil



Batik javanês sobre shantung de seda,
acolchoado
1,20 x 1,40
Cecilia Panipucci
Julho 2012

Criado para Vanda Calgaro
São Paulo/ Brasil

segunda-feira, 25 de junho de 2012

O mito da criação das ondas

Do Balaio da Kare

Sou fascinada com os mitos de todos os povos. São sempre histórias essenciais e profundas que jogam luz na nossa existência. O conto que apresento hoje, ouvi há pouquíssimo tempo. Quem me contou foi a Cecília, a criadora dessa pintura que ilustra a postagem de hoje. Esse mito yorubá conta como surgiram as ondas. Nessa época de ressaca da Rio + 20, ele está mais vivo do que nunca. Para começar bem a semana, mais uma História das que vou catando por aí.

            No começo do mundo, quando os oceanos tinham acabado de ser feitos, eles não eram assim, como conhecemos hoje. O mar parecia um enorme espelho de tão calmo, refletindo dia e noite as imagens do céu. Seus habitantes viviam tranquilos em meio aquela imensidão líquida, cuidados por sua senhora Iemanjá. Mas com o passar do tempo, os homens começaram a jogar no mar tudo o que não queriam mais. Desrespeitavam Iemanjá e seu reino. As casas das mulheres e homens estavam sempre lindas e arrumadas, mas a casa de Iemanjá vivia cheia de lixo e sujeira. Os peixes foram desaparecendo, as conchas das praias não apareciam mais e as algas haviam perdido o vigor. Grandes animais como baleias, golfinhos e arraias já não eram vistos de tempos em tempos, como de costume. Seus filhos humanos sentiam falta do que o reino de Iemanjá lhes dava, mas não percebiam o grande mal que estavam fazendo. 




            
  Iemanjá e os habitantes dos mares eram diariamente molestados e sua casa profanada. Se continuasse daquele jeito, nenhum dos seus filhos marinhos sobreviveria. Irritada com tanto descaso dos humanos, Iemanjá decidiu reclamar com Olorum. Ele ouviu as reclamações e deu-lhe o dom de devolver à praia as coisas ruins que as pessoas jogassem no mar. Foi aí que surgiram as ondas, para revolver as águas do mar, varrer as praias e devolver à terra o que não é do reino de Iemanjá. Surgiram também as marés que fazem o mar subir e descer num movimento que jamais cessa, do mesmo modo que jamais cessa a vida de Iemanjá e seu eterno respirar. Desde então, Iemanjá vem protegendo seu reino enviando ondas, vagas, ressacas e até tsunamis. Melhor mesmo é cuidarmos desse reino, de onde tiramos parte importante do que nos mantém vivos.

terça-feira, 6 de março de 2012

Luminária "Iemanjá"

Luminárias "Iemanjá", "Oyá/Iansã" e "Roça"
Por Juju Flores com imagens de Cecilia Panipucci
Modelo Caixa (12 cm x 12 cm)

Luminária "Iemanjá"

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

BAZAR DE FEVEREIRO


No próximo final de semana a QUITANDA DE IAIÁ abre as portas para

o BAZAR DE FEVEREIRO DE 2012!

Muitos tecidos, almofadas, caminhos de mesa, cartões, caderninhos, camisetas...


AGUARDO VOCÊS!!!


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Galinhas d´angôla




Batik javanês sobre shantung de seda,
acolchoado.
1,97 x 1,42
Cecilia Panipucci
2010 / 2011

Maria Ângela Lopes
São Paulo/ Brasil

Iemanjá e Xangô


Batik javanês sobre shantung de seda.
1,40 x 0,90
Cecilia Panipucci / 2010

Onilé


Adire-alabere e batik javanês sobre shantung de seda.
1,50 x 0,90
Cecilia Panipucci / 2010

Ogboni


Batik javanês sobre shantung de seda.

1,90 x 1,50

Cecilia Panipucci / 2010

Mata adentro


Batik javanês e adire-alabere sobre shantung de seda.
1,40 x o50cm
2010
Cecilia Panipucci

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz 2011!

Queridos amigos,
desejo a todos um ano de bons caminhos,
de muita prosperidade e saúde,
de alegrias, mesas fartas de comidas e amigos,
de amores, de muuuuita beleza!
Com carinho,
Cecilia.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Memória das Águas


Batik javanês sobre shantung de seda
acolchoado
1,30 x 0,58

Setembro 2010

Cecilia Panipucci

Para Eloisa Remédio
São Paulo/ Brasil

Adire-alabere e batik javanês sobre shantung de seda
Maio 2010
Cecilia Panipucci

Atlântico




Adire-alabere e batik javanês sobre shantung de seda.
1,40 x 0,50
Abril 2010
Cecilia Panipucci

Com Virgínia Figueiredo de Freitas
São Paulo/Brasil




Adire-alabere sobre algodão
Setembro 2010
Cecilia Panipucci
Adire-alabere sobre algodão
Maio 2010
Cecilia Panipucci
Adire-alabere sobre algodão
Setembro 2010
Cecilia Panipucci

Adire-alabere sobre algodão
Setembro 2010
Cecilia Panipucci



Adire-alabere sobre algodão
Agosto 2010
Cecilia Panipucci


Adire-alabere sobre algodão
Agosto 2010
Cecilia Panipucci

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Bazar de Inverno

Queridos amigos, neste final de semana, Juju abre as portas do Bazar!

Estou levando batiks e adires. Alguns com molduras, outros já almofadas.

Também levo alguns acrílicos sobre papel e tela.

Mais um evento de muita beleza e boas conversas!

Aguardamos vocês lá!

Beijo grande e até se ver!

Árvores

Batik javanês sobre shantung de seda.
Maio 2010.
Cecilia Panipucci.

Hagar Levy
Kibbutz Gal Ed/ Israel

Cumbucas


Batik javanês sobre shantung de seda.

Estamparia para almofadas.

Maio 2010.

Cecilia Panipucci.

Karajás

Batik javanês sobre shantung de seda.
Estamparia para almofadas para pousada em Carajás.
Abril 2010.
Cecilia Panipucci.

Haru

Adire-alabere e batik javaanês sobre shantung de seda.
Estamparia par almofadas para pousada em Carajás.
Abril 2010.
Cecilia Panipucci.